Ao longo das últimas duas décadas, Bill Tassinari se consolidou como um dos principais nomes na construção de pontes entre skate, arte, música e mercado no Brasil. Mais do que criar marcas, ele ajudou a estruturar movimentos — transformando iniciativas independentes em plataformas culturais de grande impacto.
/// FOTO: FLAVIO SAMELO
De projetos nascidos de forma orgânica, como a Bintang, até iniciativas de escala nacional e internacional como Homegrown, ArteCore, Layback e sua atuação no STU, Bill desenvolveu uma visão clara: cultura não se vende, se fortalece. Nesta entrevista, ele compartilha aprendizados sobre comunidade, autenticidade e a construção de ecossistemas sustentáveis dentro da cultura urbana.
Você começou em 2002 com a Bintang. O que te motivou naquele momento e qual era sua visão sobre cultura e mercado naquela época?A Bintang nasceu do instinto, de uma…

