Entre sessões, campeonatos e evolução: a caminhada de Thiago Camacho no skate

 Diretamente de São José dos Campos, Thiago Camacho vem fortalecendo seu nome na cena com personalidade, técnica e muita vivência nas ruas. Entre sessões pesadas, campeonatos e muito corre, o skatista representa a essência verdadeira do skateboarding do Vale do Paraíba. Sem personagem, sem mídia forçada e sempre na disposição pra andar de skate, Thiago carrega aquele lifestyle que nasce naturalmente nas sessões: amizade, evolução, quedas, vídeo parte e dedicação diária.

Em uma conversa exclusiva com o Portal Skate Vale Brasil, ele falou sobre suas influências, a cena local, momentos marcantes da carreira e como foi ganhar destaque no Cave Trippin. 

/// Fotos Vinicius Moreira

Para começar, nos conte: quem é o Thiago Camacho fora e dentro do skate?

Bom vamos la, fora do skate sou um cara comum que tem um trabalho como q…

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SEM HYPE, SEM FILTRO: A VIVÊNCIA REAL DE PAULINHO RUDE BOY

SEM HYPE, SEM FILTRO: A VIVÊNCIA REAL DE PAULINHO RUDE BOY

Antes de grandes estruturas, transmissões ao vivo e arenas lotadas, o skate brasileiro era movido por atitude, iniciativa e muita mão na massa. Foi nesse cenário que surgiu Paulinho Rogério Davi, o Paulinho Rude — um dos nomes mais ativos e influentes na construção do skate no país.

Desde o final dos anos 70, quando teve seus primeiros contatos com o skate, Paulinho não apenas acompanhou a evolução da cena, como ajudou a moldá-la em diferentes frentes. Das pistas às marcas, da gestão ao microfone, sua trajetória se mistura com a própria história do skate brasileiro.

Conhecido hoje como uma das vozes mais emblemáticas dos eventos, sua presença vai muito além da locução. Por trás do microfone existe um profissional que participou diretamente da formação de equipes, desenvolvimento de marcas, estruturação de eventos e até da profissionalização d…

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Entre o Concreto e o Caos: quando o skate encontra o graffiti

/// Polin Moreira

Não existe um ponto exato de início. Para alguns, a arte começa com um primeiro desenho, uma referência, um incentivo. Para outros, ela simplesmente já está ali — impregnada na forma de ver o mundo. Nesse caso, talvez tenha começado no nascimento. Ou talvez no momento em que a rua começou a falar.

Foto da: @buenaondacultural

Foi do lado de fora, longe de museus e galerias, que veio o primeiro impacto: inscrições nas paredes, letras tortas, personagens vivos no concreto. No mesmo cenário urbano, outra linguagem também se apresentava — o skate. Não como esporte apenas, mas como uma forma de leitura da cidade.

Foto: Arquivo pessoal

E foi assim, de maneira orgânica, que essas duas forças se encontraram: skate e graffiti. Duas ferramen…

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Tudo Posso! na rua que me fortalece: A trajetória de Felipe Vital e a construção do skate brasileiro

Antes de existir indústria consolidada, circuito profissional estruturado ou grandes marcas investindo pesado no skate, já havia quem fazia o movimento acontecer na prática — na rua, na raça e sem manual. Em Caçapava, interior de São Paulo, um desses nomes começava a desenhar o que hoje se tornaria parte da base do skate brasileiro. O nome dele é Felipe Vital. Na cena, Felipão.

Com mais de três décadas dedicadas ao skate, Felipão não é apenas um personagem da história — ele é agente direto da construção dela. Sua trajetória atravessa diferentes fases do skate no Brasil: da marginalização à profissionalização, da resistência cultural ao reconhecimento esportivo.

Foto: Vinicius branka

Mais do que andar de skate, Felipe sempre esteve envolvido em fazer o skate a…

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Entre código e concreto: a jornada de Max no skate brasileiro

De um sítio no interior de São Paulo às pistas internacionais, Anaximandro “Max” construiu sua trajetória no skate com base em persistência, apoio familiar e conexões que surgiram ao longo do caminho. Há mais de uma década sobre o shape, o skatista de Sorocaba transformou a paixão descoberta na adolescência em um projeto de vida — equilibrando a rotina como desenvolvedor de software com a busca por evolução no street. Entre conquistas, lesões e experiências fora do país, Max representa uma geração que vai além da técnica: carrega no skate uma ferramenta de identidade, superação e construção de comunidade.

/// Fotografo: @fisheyeskt

Para começar, se apresenta pra galera: quem é o Max dentro e fora do skate? Salvee, meu nome é Anaximandro, mas geral me conhece como Max, tenho 27 anos e moro em Sorocaba-SP

Você anda de skate há mais de uma década. Como foi o i…

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O arquiteto de ecossistemas da cultura urbana

Ao longo das últimas duas décadas, Bill Tassinari se consolidou como um dos principais nomes na construção de pontes entre skate, arte, música e mercado no Brasil. Mais do que criar marcas, ele ajudou a estruturar movimentos — transformando iniciativas independentes em plataformas culturais de grande impacto.

/// FOTO: FLAVIO SAMELO

De projetos nascidos de forma orgânica, como a Bintang, até iniciativas de escala nacional e internacional como Homegrown, ArteCore, Layback e sua atuação no STU, Bill desenvolveu uma visão clara: cultura não se vende, se fortalece. Nesta entrevista, ele compartilha aprendizados sobre comunidade, autenticidade e a construção de ecossistemas sustentáveis dentro da cultura urbana.

Você começou em 2002 com a Bintang. O que te motivou naquele momento e qual era sua visão sobre cultura e mercado naquela época?

A Bintang nasceu do instinto, de uma vontade pu…

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